segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

DRONE X AVIAÇÃO – DISPUTA ATUAL

DRONE X AVIAÇÃO – DISPUTA ATUAL


Tudo muda e na aviação também é assim, vendo por outro lado, um “ramo” que mudou muito foi a fotografia, com filmes - compra do filme, revelação e tudo mais, hoje você tem a facilidade de ter as máquinas digitais que vieram para ocupar seu espaço...

Na aviação o grande tema atual são os “drones”, que claro uma palavra inglesa que significa “zangão”, no entanto melhor mesmo falar drone, que nada mais é do que a designação que recebe qualquer tipo de aeronave não tripulada, mas comandada à distância.


Numa primeira experiência parece fácil pilotar um drone, mas gera tensão, por ser caro e se houver qualquer acidente, mesmo que seja mínimo, pode-se desbalancear uma hélice, desta forma quem é da aviação sabe: difícil voar com alguma falha.

Mas será que o drone vai mesmo ocupar seu espaço como está acontecendo na fotografia, onde você pode “alugar” o drone com fotógrafo e piloto por uns R$ 1.100,00 reais?

Na fotografia eles tem um bom convívio e está sendo um “plus” a mais para o fotógrafo, claro que precisa de investimento ou mesmo “alugar” um drone com um piloto... melhor fazer isso!

Bom, primeiro tem que se prestar atenção a regras e lembrar de que o tal drone não é um brinquedo, o candidato a piloto de drone tem que fazer um curso, a não ser que tenha uma base no aeromodelismo, o que ajuda.


No curso você aprenderá o básico do drone, treinar, fazer um simulador, pois apesar de não existir uma regulamentação específica na área, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), estuda implementar regras, mas enquanto as regras não existem, seguir as regras do aeromodelismo, que determinam voos apenas fora de áreas urbanas, NUNCA sobre pessoas e em alturas de até 120 metros.

Ao comprar o drone, é necessário obter homologação da ANATEL, pois o equipamento utiliza radiofrequência, muito comum em aparelhos wi-fi ou similares.

O drone tem que operar na radiofrequência permitida, com isso atendendo um requisito mínimo de segurança ao usuário e dos outros também...

O drone não é muito barato, pode-se comprar a partir de R$ 3.000,00 reais, tem um custo razoável de manutenção, alimentação à bateria - muitos drones tem sua bateria com duração de 15 minutos!!! (preço da bateria – em torno de R$ 900,00 reais).

Acredito que os drones possam ser úteis para pequenas propriedades, para engenheiro, fotógrafos, enfim várias profissões que necessitem de medições, fotos, etc... isso em baixa altura, já para alturas maiores, não tem jeito, avião ou o helicóptero.

Muitos dizem que os drones serão o futuro nas áreas agrícolas e que irão substituir o avião agrícola - não vejo desta forma, pois acredito que eles tenham espaço nesta área para detectar problemas na lavoura ou georeferenciamento das áreas.


Desta forma... faça o seu Curso de Piloto Agrícola, pois os drones acredito que demoram um pouco para fazer sua estreia nesta área.

Mas eles já participam de feiras agrícolas.... sinal dos tempos.

Bons Voos...













domingo, 4 de dezembro de 2016

DICA DE FILME - NIMITZ VOLTA AO INFERNO

Filme pouco conhecido, mas muito bom, o ponto legal do filme é um rasante que um caça F18 da em cima de um barquinho da década de 40... ver a sinopse para entender.

O Nimitz, um porta-aviões que é equipado com ogivas nucleares, entra por uma fenda do tempo e retorna 40 anos, especificamente no dia 6 de dezembro de 1941, já viu né... um caça dando um rasante num barquinho dos anos 40...  e os mesmos brigando com os aviões japoneses - véspera do ataque japonês a Pearl Harbor.



O comandante Matthew Yelland (Kirk Douglas) e os tripulantes sabem, assim como um observador civil, Warren Lasky (Martin Sheen), que participando da batalha ela terá outro desfecho, mas em contrapartida a História será alterada.
Veja pela sinopse que só tem "fera" de atores, o filme foi lançado em 1.980 ...tem 1H42 minutos.Existe em dvd.
Acredito que com uma busca ainda consiga achar.. vale a pena para quem gosta de aviação.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

AVIAÇÃO CIVIL - MUSEU DA RAAF - MELBOURNE AUSTRÁLIA

MUSEU DA AVIAÇÃO

Para quem curte aviação, geralmente se encanta com os museus da aviação.

Como o Brasil é um país sem memória, fica restrito a poucos museus na área onde os mesmos sobrevivem, sendo o mais conhecido deles o Museu da TAM que encontra-se com as atividades suspensas.

Mas, sem você gosta de tiver oportunidade de ir a países que preservam sua história (memória) em diversas áreas vai gostar de conhecer o Museu da RAAF que fica em Melbourne na Austrália, é a cidade mais populosa de lá, com hotéis em média de R$ 300,00 reais e uma população de um pouco mais de 4 milhões de habitantes.

A Força Aérea Real Australiana é uma das mais importantes da história da aviação e segundo o Museu, é a segunda Força Aérea mais antiga do Mundo – deve ter muita história.

O Museu tem exposições especiais, alguns dias da semana eles fazem voos com as aeronaves (muitas delas ainda voam), ter contato com os pilotos, fazer perguntas, enfim, coisa de primeiro mundo.


Aviões como Soptwith Pup, TH Tigher, Mustang, Douglas, Mosquito, Glosther Meteor, estão expostos, o visitante poderá ver também projetos de restauração.

O Emblema da RAAF ou escudo apresenta a Cora Imperial, a Aquila Audax e o lema latino “per árdua ad Astra” ( através da Luta para as estrelas).


Em 1.937 o Capitão Chester Herald , foi contratado para preparar um emblema para a RAAF que só foi aceito em 1.939.

Existem hoje na Austrália, mais de 10 bases aéreas, distribuídas por todo o continente australiano.


Você pode se candidatar a ser voluntário, mas claro, pessoas que podem oferecer seu tempo para a RAAF como voluntário, não precisa conhecer muito sobre a história da RAAF, uma compreensão da história já ajuda.

Você tem que ser uma pessoa confiável, capacidade de trabalhar em equipe e entusiasmo e claro, gostar de trabalhar com o público de todas as nacionalidades.

Os voluntários ajudam como guias de turismo, pesquisa, restauração e limpeza de aeronaves, para ser um voluntário tem que fazer um contato com a RAAF e ser aprovado.

Existe também a opção de ser amigo do Museu, e receber uma publicação trimestral, atualizações sobre o Museu, calendário de atividades, acesso gratuito ao Museu 15% de desconto nas suas compras no Museu Shop.

Segundo os administradores, Melbourne é o lar de uma das maiores coleções de aeronaves históricas do mundo.

Vale a pena conferir....

Bons Voos









quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

AVIAÇÃO CIVIL - PILOTO REBOCADOR DE FAIXAS (RBF)

PILOTO REBOCADOR DE FAIXAS (RBF)

Um “ramo” na aviação civil pouco conhecido, é o de Piloto Rebocador de Faixas (RBF), tem aeroclubes onde existe este curso, trata-se de um curso como uma extensão, ou mesmo para ganhar experiência na área após o brevet.
Foto: Internet

Preocupado em “juntar” horas, o piloto pode ser Instrutor (INVA), mas aí vai fazer isso após 200 horas de voo ou ser Piloto Rebocador de Planadores ou mesmo Piloto Rebocador de Faixas.
Normalmente este tipo de pilotagem é mais conhecido em áreas litorâneas, onde existem empresas especializadas, no interior hoje são mais difíceis.

A empresa que faz esse tipo de serviço, precisa ter homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e Ministério da Aeronáutica.
Foto: Internet

A aeronave precisa ter o Código SAE (Serviço Aéreo Especializado), adesivado junto à fuselagem.
Normalmente uma empresa dessas, tem funcionários próprios e também manutenção própria.
As faixas aéreas são um interessante marketing para as empresas, pois quando o avião esta sobrevoando a praias, dificilmente tem interferência de outros veículos de propaganda.

Tem ainda uma cobertura geográfica grande, deste modo o ideal é em dias de movimento intenso na praia, como feriados e fins de ano.
Foto: Internet

Esse tipo de aeronave, pode se vista no Litoral Norte de São Paulo e Rio de Janeiro.

O trabalho de  Piloto Rebocador de Faixas é visto como um “bico”, geralmente é realizada por pilotos que já tenham o  Piloto Comercial (PC), sendo a sua principal atividade no verão, normalmente as empresas fazem a opção pelos pilotos com maior experiência, apesar do Piloto Rebocador de Faixas não ter nenhuma habilitação especial por parte da Agência Nacional de Aviação Civil, as empresas do ramo costumam contratar pilotos com muitas horas de voo, principalmente porque a aeronave é com trem de pouso convencional ( igual a do avião agrícola), seu voo é realizado em baixa altura e velocidade baixa, o que requer perícia do piloto.

O engate da faixa também é de extrema perícia do piloto, mas segundo alguns a remuneração é um pouco acima de um Piloto Instrutor.

Ache sua vaga...

Bons Voos.